O teaser trailer já havia sido impressionante, mas o trailer completo dá mais vontade ainda de assistir à compilação de terror tailandesa Phobia 2 (pena que essa versão não tem legendas):
O filme deve estrear em 9 de setembro, na Tailândia.
Death Happen, do diretor Taklaew Rueangrat, tem um conceito simples: o que aconteceria se as pessoas começassem a voltar à vida imediatamente após morrerem? Caos, claro.
O cartaz do filme também é bem bonito, como você pode ver abaixo. O filme estreou na Tailândia em 30 de julho.
O Hospedeiro, filme anterior de Joong-ho, teve 13 milhões de espectadores na Coreia - um recorde. Mother foi visto por três milhões de pessoas no país.
Os finalistas para o Oscar de filme estrangeiro devem ser anunciados em 2 de fevereiro de 2010. A cerimônia de premiação está marcada para 7 de março.
Logo mais deve aparecer o trailer complete (esse acima é só o teaser). Assinam a direção, além de Pisanthanakun, Parkpoom Wongpoom (que dividiu o comando de Espíritos com ele), Paween Purikitpanya (Reencarnação da Vingança), Songyos Sugmakanan (Dorm) e Visute Poolvoralaks (produtor que faz sua estreia como diretor).
Na Tailândia, o filme tem estreia marcada para 9 de setembro.
Os estúdios Disney estão interessados no mercado russo. A prova disso é o longa-metragem Kniga Masterov (The Book of Masters, no resto do mundo), que estreia na terra de Vladimir Putin em 29 de outubro deste ano.
Segundo o site Twitch, a história é baseada em contos tradicionais da Rússia. O diretor é Vadim Sokolovsky (que, de acordo com o IMDb, só trabalhou com televisão antes).
Segundo o Korean Film Council, a continuação de O Hospedeiro - o filme coreano de monstro que foi bem falado no mundo todo - será feita em parceria com uma empresa de Singapura.
A Boku Films, de Kelvin Tong (dos muito bons The Maid e Rule Number One) vai investir US$ 5 milhões em O Hospedeiro 2.
Por enquanto não se sabe quem dirigirá o longa-metragem (Bong Joon-ho, do primeiro filme, não está no projeto). O roteiro é de Kang Full, autor de revistas em quadrinho. A história se passará em Seoul.
Lembra do tsunami? Ele virou assunto para um longa-metragem coreano, no melhor estilo "escola de cinema Roland Emmerich": Haeundae.
O filme do diretor Je-gyun Yun (My Boss, My Hero) já está sendo exibido na Coreia e não tem previsão de estreia em outros países (mas deve se chamar Tsunami nos EUA).
Alguns anos atrás a BBC fez uma série de três programas especiais, Asian Invasion, na qual o apresentador Jonathan Ross mostrava a riqueza dos cinema asiático, mas com foco em três locais: Hong Kong, Coreia e Japão.
É um bom começo para quem se interessa no assunto e - olha só! - os programas estão todos no YouTube. A parte um do primeiro deles, sobre o Japão, é esta:
Quando Plastic City foi exibido em Cannes, as críticas apontaram os dedos para os lugares errados: o tigre branco na floresta tropical, a neve em São Paulo. Na verdade, tudo isso é compreensível dentro do universo do longa-metragem de Yu Lik-wai - mesmo porque esses fatos são explicados com ações ou justificados por cenas de fantasia.
Se a mistura China/Brasil já causou esses mal entendidos, o diretor vai ainda mais longe ao escalar o japonês Jô Odagiri como o protagonista Kirin - sendo que o país de Mao e o Japão são inimigos históricos e, curiosamente, são nivelados pelo preconceito do Brasil, onde todo mundo vira "japa".
De cara, as virtudes da história de Plastic City chamam a atenção: Anthony Wong (mestre do cinema de Hong Kong, de longe o melhor ator em cena) é Yuda, um chefão do contrabando de produtos falsos chineses em São Paulo. Anualmente ele tem de lidar com os políticos locais em ações antipirataria que nunca levam a nada (lembra alguma coisa? Todo fim de ano...). Só que o lado bom do trabalho fica por aí.
Como quase toda estreia de diretor, o filme de Lik-wai tem muitas deficiências. A dublagem do portugues de Kirin é tão irritante quanto sofrível (e, em alguns momentos, as partes em chinês também sofrem desse mal); alguns dos coadjuvantes brasileiros são atores abaixo da média; algumas cenas abusam da boa vontade do espectador (uma, em especial, mostra a revolta da população pobre contra a repreensão da polícia ao comércio de produtos piratas - e o que eles fazem? Uma espécie de performance que mistura le parkour a grafite); a personagem de Tainá Müller fica deslocada, quase sem propósito dentro da trama; e tudo desgringola mesmo quando o núcleo chinês vai parar na favela. Aí - mesmo levando a tal liberdade fantasiosa do filme em consideração - fica difícil levar a história a sério.
Existem dois cortes de Plastic City, um com duas horas e outro com 95 minutos. Este último já foi lançado em DVD na Ásia. Resta saber qual deles estreia no Brasil em 25 de agosto.